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sábado, junho 03, 2006

Katsouranis e Karagounis já falaram sobre o Benfica
FERNANDO SANTOS quer reforçar o meio-campo com um médio que lhe dê garantias de qualidade também no jogo aéreo. Katsouranis, que foi treinado pelo português no AEK, preenche os requisitos e é um dos nomes na lista de potenciais reforços. A BOLA falou com o jogador e ficou a saber que está bem informado sobre o clube da Luz, embora não admita contactos.

«Não sei de nada!», a primeira reacção de Kostas Katsouranis, ainda jogador do AEK, quando confrontado com a eventualidade de se transferir para o Benfica. O internacional helénico optou por gozar as merecidas férias na própria Grécia, depois de ter efectuado o último jogo no passado dia 25, ao serviço da selecção, em Melbourne, num encontro que serviu de preparação à Austrália para o Mundial. Katsouranis jogou a trinco toda a partida e do seu lado esquerdo posicionou-se Karagounis. «Se o Karagounis me aconselhou a ir para o Benfica?», uma pausa e a resposta: «Está bem. Já conversámos em tempos», desabafou. Perante a insistência, negou que tivesse sido abordado. «Não houve contactos, por isso não me adianta comentar esse assunto. Se o Fernando Santos conversou directamente comigo? Não. É escusado eu estar a falar acerca de uma eventual ida para o Benfica », assegurou, embora A BOLA saiba que a possibilidade de transferência é concreta. Kostas Katsouranis é um admirador do novo técnico do Benfica. O jogador do AEK afirmou, no final da época, que o português foi o principal responsável pela entrada da formação ateniense na terceira pré-eliminatória da Champions. «O AEK cresceu nos últimos dois anos. Fernando Santos é um treinador que nos ensina muito. Coloca-nos a jogar nas devidas posições e consegue tirar o máximo rendimento dos jogadores. Como encaro a possibilidade de poder voltar a trabalhar sob as ordens dele? Sou jogador do AEK», insistiu.

Benfica acusa CNAD
NUNO ASSIS, suspenso desde Fevereiro por alegado doping, está no epicentro de uma guerra sem precedentes entre o Benfica e o Conselho Nacional de Anti Dopagem (CNAD). Para os encarnados o processo está desacreditado, face ao acumular de erros processuais que ilibam o jogador.

Longe de suscitar alaridos, o caso Nuno Assis tem sido marcado por uma batalha jurídica feroz entre o Benfica e CNAD, com a Comissão Disciplinar da Liga a dar mostras de desconforto por falta de conhecimentos técnicos dos seus juízes que estão encarregues de analisar e decidir este caso. Alegam os encarnados que o processo foi mal conduzido desde o início, ao ser recolhida a urina do jogador às 00.55 horas do dia 4 de Dezembro de 2005, depois do jogo com o Marítimo, e entregue no laboratório apenas às 12. 30 do dia 7 de Dezembro... 82 horas depois. Para o Benfica, este facto é importante porque estudos científicos demonstram que ao fim de 30 horas, se esta não for mantida nas devidas condições, pode desencadear-se, naturalmente, a substância encontrada na urina de Nuno Assis — 19 Norandrosterona. O CNAD contestou a teoria com um parecer médico-legal elaborado pelo director do laboratório, Luís Horta, que afirma não poder o organismo produzir mais de 2,0 ng/ml da substância. Aqui reside outro problema. É que, para o clube da Luz, o CNAD só tem competência para emitir pareceres de atenuação extraordinária da pena e Luís Horta não pode emitir um parecer médico-legal por se tratar de um médico-fisioterata e não um especialista em doping. Outro ponto de discórdia diz respeito a valores divergentes entre a primeira e segunda amostras de urina recolhida. Em carta enviada a Luís Horta, o presidente do Laboratório, Xavier de la Torre, admite o desfasamento, justificando, porém, com o facto de se ter emitido primeiro a amostra B e só depois a A. Em função da troca, De La Torre sensibiliza o pessoal técnico para a necessidade de maior atenção. Também o presidente do CNAD, Luís Bettencourt Sardinha, reforçou esta ideia ao recusar a Nuno Assis a atenuação extraordinária da pena, assegurando que «foram tomadas medidas correctivas que evitarão erros futuros de transcrição de dados nos relatórios de ensaio». Em síntese, entende o Benfica que não pode haver condenação com base na dúvida e, embora pertença a Nuno Assis o ónus da prova, as análises estão desacreditadas e tantos erros só podem ilibar o jogador encarnado.



sexta-feira, junho 02, 2006

Dinheiro não é problema
Azar Karadas manifestou publicamente a vontade de regressar ao Brann, da Noruega, clube do qual é adepto, e no início da próxima semana, aproveitando o facto de estar a passar férias em Bergen, deverá reunir-se com os dirigentes do actual líder do campeonato para acertar várias questões, incluindo o ordenado. Os responsáveis nórdicos já manifestaram o interesse no jogador e estarão dispostos a pagar ao Benfica uma verba ligeiramente superior a um milhão de euros, o que poderá, no entanto, ser considerado pouco face ao que a SAD encarnada pede. De qualquer modo, o avançado está a fazer força para voltar a jogar no seu país. Em declarações à Imprensa local, Karadas afirmou que "nem sequer o dinheiro é problema", pois sabe que irá receber um ordenado inferior ao que recebia na Luz. "O mais importante é ir para um clube que mê dê a possibilidade de voltar a ser o jogador que era. Esta época em que estive emprestado pelo Benfica ao Portsmouth foi muito má: recebi dinheiro mas não joguei. Não quero viver outro ano assim ", frisou, já depois de saber que a equipa técnica comandada por Fernando Santos não conta com ele.

Devemos pensar em ganhar a Champions
OS discursos são consensuais e se Fernando Santos pediu às pessoas para esquecerem os 34 anos de Rui Costa e olharem apenas para as suas características técnicas e as mais-valias que ele pode trazer ao plantel, o protagonista de uma das transferências mais mediáticas dos encarnados subscreve as palavras do treinador. E ambição é algo que o médio garante transportar consigo, a ponto de pensar em ganhar a Liga dos Campeões.

Numa entrevista concedida ao jornal oficial do Benfica, que estará hoje nas bancas, Rui Costa manifestou a vontade de ganhar muitos títulos pelo clube do seu coração. "Vivi neste clube durante 20 anos mas apenas três como profissional. Por isso quero ganhar mais coisas", afirmou, repisando o sonho tornado público por Luís Filipe Vieira na época passada: "O Benfica é um dos melhores clubes do Mundo e não percebo porque não pensamos em sermos campeões da Europa. Nos últimos anos venceram equipas que à partida não eram favoritas. O Benfica teve um percurso espectacular na prova na última época." Com estas palavras, o eterno camisola 10 remete para segundo plano a questão emocional. Confessa ter cumprido o sonho de "regressar a casa", mas é a vontade de ajudar o Benfica que mais o move, assegurando que a idade não será problema. "Se o Milan, que provou ser dos melhores clubes do Mundo, queria que eu ficasse, será que não sirvo para o Benfica? O facto de ter 34 anos pode assustar muitas pessoas mas tive a felicidade de nunca me ter lesionado gravemente na minha carreira e nos últimos dois anos joguei pouco. Isso é uma vantagem, além de me ter sempre resguardado. Tenho uma vida saudável. E já provei que quando me sinto a mais tomo a iniciativa de sair. Foi isso que aconteceu na Selecção", recorda.

"Sei que as pessoas me vão cobrar"

Mas Rui Costa sabe como funciona o tribunal da Luz. Os sócios e adeptos que o idolatram hoje podem virar a agulha se as suas prestações em campo não convencerem. "É um risco que quero correr", adianta, considerando, por isso, este regresso ao Benfica como o "maior desafio" da sua carreira: "Não vim para apanhar sol e sei bem que as pessoas me vão cobrar. Aliás, seria mais fácil não tornar a jogar no Benfica e aí nunca iria perder o carinho das pessoas. Mas se não me sentisse em condições de ajudar, o Benfica seria o último clube para onde iria. Porém, é importante que as pessoas não relacionem um mau passe ou um mau remate com o factor idade", sublinha.

Só foi possível agora

Ao longo dos12 anos de ausência dos relvados portugueses o possível regresso ao Benfica foi sempre uma das notícias que dominou os defesos, mas só agora foi possível. No entanto, houve duas ocasiões em que esteve perto. "Numas eleições, não vou referir quais [estará a falar da candidatura de Vale e Azevedo], e numa segunda vez após o Euro-2004, já com Luís Filipe Vieira, só que na altura a verba da transferência era muito alta e não houve abertura ", explica, para depois desmistificar a questão financeira: "As pessoas pensavam que os entraves vinham da minha parte, mas isso não é verdade. Numa transferência é preciso que os dois clubes cheguem a acordo. Como nunca chegou a haver acordo nas outras ocasiões, logo, nunca foram colocadas as minhas verbas em causa. Não vim mais cedo não por ganhar muito. Que isto fique esclarecido de vez!"



quinta-feira, junho 01, 2006

Sem medo!
FERNANDO SANTOS está feliz e não o esconde. Depois de várias experiências profissionais ao mais alto nível - FC Porto, Panathinaikos, Sporting e AEK- o novo técnico da Luz parte para o projecto encarnado com "uma alegria interior" que nasce numa alma benfiquista que, finalmente, pode expressar-se sem barreiras nem constrangimentos. Fernando Santos não deixa de referir que não terá, agora, mais esmero profissional do que teve no passado nas Antas ou em Alvalade. Mas a "chama imensa" rasga-lhe um sorriso no rosto normalmente austero. "O meu Benfica não tem medo de ninguém", afirma, convicto, o ex-técnico do AEK, o primeiro português a treinar os três grandes, algo que "quem não é competente não pode fazer".

Engenheiro mostra muita determinação no arranque para a maior aventura profissional da sua vida: paixão e razão de mãos dadas pela vitóriaQuando fala no trabalho que já está a realizar no seu clube do coração iluminam-se-lhe os olhos, a discurso torna-se apaixonado e a convicção posta na defesa de ideias ousadas dissipa quaisquer dúvidas quanto à sua determinação. Para Fernando Santos, a aposta que fez nas próximas duas épocas tem duas vertentes: ganhar ou ganhar. O engenheiro do penta, como ficou conhecido no reino do dragão, o homem que no Sporting conseguiu 73 pontos (Trapattoni foi campeão, na época seguinte, com 65...), vai cortar com a herança de Koeman no Benfica. Seguro no que diz, blindado nos lapsus linguæ por uma vivência quotidiana recente com os 11 diários desportivos da capital grega, Fernando Santos mostra-se como peixe na água ao abordar temas directamente ligados ao futebol. "Vamos ter um Benfica a jogar à Benfica", promete, explicando de seguida que "jogar à Benfica é não ter medo de ninguém, é nunca entregar o jogo ao adversário, é fazer pressão alta para recuperar cedo a bola, é jogar para ganhar". Fernando Santos sempre foi frontal, por vezes até militantemente frontal, inimigo dos mal-entendidos e das meias-palavras. Com a experiência e a idade o treinador do Benfica está a refinar processos, mantendo, contudo, o registo cristalino que é a sua imagem demarca. É, confessa, "uma fase de simplificação das questões, até porque o futebol é uma coisa simples". E, ao contrário dos que defendem que o balneário é uma sociedade secreta estando a sua gestão apenas ao alcance de uns quantos iniciados, Fernando Santos garante que tudo se resolve "olhos nos olhos" no dia-a-dia. "Só podem jogar onze, há sete que vão para o banco, e todos têm de perceber esta realidade. Para mim não jogam nem os nomes nem as folhas de pagamento mais elevadas. Jogam os que são, no meu entender, os melhores. Posto isto, não há nunca problemas no balneário." Fernando Santos está pronto para a maior aventura profissional da sua vida, o momento em que a paixão pelo Benfica lhe alegra o coração sem que, garante, lhe tolde a razão. No arranque para a nova época, que terá como primeiro desafio a terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o técnico encarnado é um homem que sabe o que quer e por onde vai. Mas o mais significativo para quem com ele fala é a percepção da "alegria interior " que lhe invade a alma. Antes dos jogos, das polémicas, das vitórias e das derrotas, dos assobios e dos aplausos, inevitáveis ao longo de uma temporada exigente num clube de top, Fernando Santos é um homem feliz. Depois de duas falsas partidas, primeiro com Manuel Damásio, que o assediou para director desportivo, e depois com Luís Filipe Vieira, que o quis antes de querer José António Camacho, à terceira foi de vez. Fernando Santos tem o emprego com que muito sonhou. É treinador do Benfica...

Não conto com Robert
FERNANDO SANTOS tem algumas situações pendentes no plantel, casos das possíveis saídas de Simão e Luisão e da permanência ou não de Miccoli, mas já tomou algumas decisões sobre alguns jogadores que fizeram parte da versão 2005/2006 da águia. Robert e Karyaka não entram nos seus planos, Marco Ferreira está em stand-by. Reforçar o meio-campo e ataque, nomeadamente nas alas, é a prioridade.

O novo treinador do Benfica já definiu algumas saídas e permanências no plantel. As vagas serão preenchidas pelos reforços, por alguns emprestados e talvez jovens da formaçãoO treinador do Benfica já tem as ideias bem arrumadas na cabeça. Sabe com quem conta e com quem quer contar. Geovanni já partiu, seguem-se um russo e um francês, enquanto aguarda pela chegada de reforços que, admite, podem muito bem vir da Grécia. - A saída de Geovanni estava definida quando assinou? - Estava. Mostrou vontade de sair do Benfica e as coisas já estavam concretizadas quando cheguei.
- Robert é um caso de difícil resolução?
- Não me parece que seja. Neste momento não faz parte do plantel do Benfica.
- Karyaka e Marco Ferreira?
- Karyaka também não faz parte do plantel neste momento. Marco Ferreira vamos ver.
- Ricardo Rocha manifestou vontade em deixar o Benfica. Certamente não quer ter jogadores contrariados no plantel....
- Vai ficar no clube e não ficará contrariado, de certeza absoluta. Ele sabe que comigo todos têm uma oportunidade.
- Koeman chegou a falar na possibilidade de emprestar Mantorras....
- Vai fazer parte do plantel do Benfica.

"Pescar" na Grécia

- Tem-se falado de vários nomes para reforçar o plantel, alguns deles gregos...
- O Benfica não tem nenhum mercado especial, as características dos jogadores que pretendo é que são importantes. Há jogadores gregos que preenchem isso claramente.
- Alguns dos jogadores emprestados e outros das camadas jovens terão oportunidade no estágio de pré-época?
- Sim, alguns vão estar connosco.
- A Direcção terá capacidade de resposta para aquelas que entende serem as necessidades da equipa?
- A Direcção tudo está a fazer e terá essa capacidade. O presidente e José Veiga querem tanto ganhar como eu. O Benfica está no mercado à procura de dois jogadores de meio-campo e avançados, todos eles com características específicas.
- Precisa de jogadores para as alas?
- Desde o início que perspectivámos seis contratações. Eu diria cinco, seis, pois tem muito a ver com a permanência de Miccoli ou não. A aposta nas contratações passa pelo meio-campo e as alas.
- Gostaria de manter Miccoli?
- O Miccoli cabe no meu modelo de jogo, na minha filosofia, porque é um jogador muito forte nos últimos 30 metros. As convulsões em Itália têm complicado a resolução do processo.
- A defesa vai manter-se?
- Sim, a equipa em termos defensivos tem uma estrutura sólida.

Saída de Simão é cenário possível
- Está mentalizado para uma possível saída de Simão?
- Não estou mentalizado, apenas admito como um cenário possível. O Benfica não está interessado na saída de Simão, o próprio presidente já o disse, mas há números que para o Benfica se tornam complicados de igualar e há também a vontade do atleta. Uma coisa é certa: não sairá mais do que um jogador influente.
- E se Luisão, por exemplo, fizer um grande Mundial. Não poderão sair os dois?
- Há cenários que nunca se podem excluir. A nossa vontade não é essa, mas se aparecerem propostas incontornáveis.... Nesse caso de certeza que terá de haver outro Luisão e outro Simão, tem de haver capacidade financeira para isso.

Luisão por agora só pensa no Benfica
KOEMAN agora treina o PSV e parece querer levar para a Holanda uma das referências do plantel do Benfica: Luisão. O defesa-central está integrado no estágio que a selecção brasileira realiza na Suíça mas, contactado por A BOLA, esclareceu que desconhece o interesse dos holandeses e que se sente bem na Luz. Por outro lado, a SAD encarnada só aceitará propostas pelo jogador no final do Mundial da Alemanha e, à partida, nunca por um valor inferior a 18 milhões de euros.

Luisão está concentrado na selecção brasileira e no Mundial da Alemanha mas sente a actualidade benfiquista"Não sei de nada e agora estou é concentrado na selecção e no Mundial", começou por dizer o brasileiro do Benfica, questionado sobre a cobiça do PSV e de Ronald Koeman, agora treinador do clube de Eindhoven mas conhecedor das qualidades de Luisão. "Sinceramente, ninguém falou comigo mas estou tranquilo e o meu clube é o Benfica, onde me sinto bem", esclareceu o defesa-central, agora entusiasmado com o convívio de estrelas como Ronaldo, Ronaldinho, Robinho e Adriano, entre muitos outros craques dos canarinhos. Posição semelhante mantém o empresário do jogador, Giuliano Bertolucci. "A única coisa que posso assegurar é que comigo não foram feitos contactos. Luisão estará no Mundial e é natural que eventuais interesses só depois de a prova estar terminada." A importância de Luisão no plantel é grande, do ponto de vista desportivo e da estabilidade emocional do grupo, e por essas razões será difícil uma transferência. De qualquer forma, a colocar-se a hipótese, a SAD encarnada, detentora do passe na totalidade, pedirá uma verba a rondar os 18 milhões de euros.

Dou a camisola 10
Quando chegou à Luz, proveniente do Inter de Milão, Karagounis afirmou em entrevista a A BOLA que a camisola 10 não o assustava. A sua experiência e qualidade permitia-lhe assumir a responsabilidade de envergar o número mágico. Agora, com o regresso de Rui Costa à Luz, 12 anos após a sua partida para o futebol italiano, o internacional grego admite que não terá problema em entregar a camisola dos astros ao ídolo dos benfiquistas. "Admito essa hipótese. Um número não é importante", afirmou Karagounis ao Correio da Manhã, elogiando as qualidades do médio português: "É um jogador fantástico." E sobre Fernando Santos, com quem trabalhou no Panathinaikos? "Sabe muito de futebol", vincou.



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